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Fórum de Empreendedorismo Social no Rio

Fórum de Empreendedorismo Social no Rio

A Aliança Empreendedora esteve presente no Fórum de Empreendedorismo Social no Rio de Janeiro nos dias 15, 16 e 17 de junho. O evento foi realizado pela Ashoka, Avina, Fundação Roberto Marinho e Skoll Foundation, e discutiu nos três dias a responsabilidade do empreendedorismo social no que virá ser a nova economia.

Confira a matéria sobre o evento, disponível no site: http://www.empreendedorismosocial.org.br/


O Fórum de Empreendedorismo Social colocou o empreendedorismo social no centro dos debates do que vem e virá a ser a nova economia. Para Monica de Roure, da Ashoka, o evento “levantou estratégias, valores e questões chave para caminharmos em uma nova configuração de economia e sociedade, mais sustentável e mais colaborativa”. Para a instituição, uma das realizadoras do Fórum, em parceria com a Fundação Avina, Fundação Skoll e Fundação Roberto Marinho, as mudanças constantes a que estamos expostos mostram que podemos nos tornar uma sociedade mais empática, inclusiva e verde. “Mostram, sobretudo, como cada um de nós, pessoas e organizações, são ou podem vir a ser agentes de mudança positiva”, disse Monica.

Nos três dias de realização, de 15 a 17 de junho, no Espaço Humanidade, montado no Forte de Copacabana, o Fórum de Empreendedorismo Social contou com a participação de cerca de 3 mil pessoas, em seis painéis e 14 oficinas. Das oficinas, participaram 1.465 pessoas. “Acreditamos que este bem-sucedido fórum foi um ponto de inflexão para inspirar, enriquecer e desafiar o empreendedorismo social para uma ação transformadora, inovadora e eficaz no contexto de uma nova economia”, disse Neylar Coelho Vilar Lins, da Fundação Avina.

Neylar lembra, ainda, a importância do apoio do Instituto Arapyaú, da Inter-American Foundation e da Fundação Rockefeller. “Para nós da Fundação Avina, a harmonia no processo de produção do Fórum entre todos os parceiros foi tão importante institucionalmente que nos propomos a assumir com ‘realismo construtivo’ a validade do paradigma do desenvolvimento sustentável, através de uma nova economia e uma nova governança para a sustentabilidade”, completou.

A avaliação também foi positiva para a Fundação Skoll. “Não sou arquiteto, mas estou ciente dos ambiciosos ‘enquadramentos’ desenvolvidos durante a Rio+20. No Fórum de Empreendedorismo Social, foi discutida a forma de construir uma nova economia. Como em uma casa, onde se coloca primeiro a madeira, os participantes discutiram e debateram os valores que seriam necessários para sustentar uma economia tão nova, para, em seguida, ver quais modelos poderiam funcionar e, só então, discutir como governar. A cabeça e o coração se uniram para explorar potenciais de novas estruturas para um futuro em que a ecologia e a economia possam viver em harmonia, sem sacrificar um pelo outro”, disse David Rothschild, da Skoll.

Rothschild lembrou que o próprio espaço do evento, o Espaço Humanidade, construído em dois meses como uma estrutura temporária, foi inspirador. “Subíamos rampas e escadas com vista de 360 graus para a orla do Rio e um céu deslumbrante. Não havia paredes ou janelas para nos confinar. O espaço físico já era emocionante”, completou.

“Para a Fundação Roberto Marinho, o Fórum foi a abertura de uma nova agenda socioambiental. Pretendemos estimular e dar continuidade ao tema”, disse Andrea Margit, em nome da Fundação. Uma continuidade imediata será através do Fórum Mundial de Negócios Sociais (http://www.nesst.org/sewf/), organizado pelo NESsT, de 16 a 18 de outubro, também no Rio de Janeiro.

Em relação ao Fórum de Empreendedorismo Social na Nova Economia, a prioridade agora é garantir que o website tenha a maior parte das informações compartilhadas durante os eventos, inserindo e disponibilizando apresentações e fotos.

Fonte: http://www.empreendedorismosocial.org.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=137:f%C3%B3rum-trouxe-nova-economia-para-o-centro-dos-debates&Itemid=669&lang=br

 

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