Nós trabalhamos por e para microempreendedores. Precisamos ir ao encontro deles, entender suas necessidades, desafios e hábitos para fazer com que nossos treinamentos sejam relevantes e impactantes, promovendo assim o desenvolvimento de seus pequenos negócios e de suas habilidades empreendedoras.

Chegar a esse número de pessoas impactadas só foi possível porque esses dois anos foram marcados pela nossa revolução digital. 

Nós trabalhamos por e para microempreendedores. Precisamos ir ao encontro deles, entender suas necessidades, desafios e hábitos para fazer com que nossos treinamentos sejam relevantes e impactantes, promovendo assim o desenvolvimento de seus pequenos negócios e de suas habilidades empreendedoras.

Chegar a esse número de pessoas impactadas só foi possível porque esses dois anos foram marcados pela nossa revolução digital. 

Uma revolução impulsionada pela soma de três elementos:

PODEMOS RESUMIR NOSSA REVOLUÇÃO DIGITAL NAS DUAS SEGUINTES TECNOLOGIAS APLICADAS NOS PROJETOS:

Clique nas imagens e saiba mais sobre cada projeto.

PODEMOS RESUMIR NOSSA REVOLUÇÃO DIGITAL NAS DUAS SEGUINTES TECNOLOGIAS APLICADAS NOS PROJETOS:

Clique nas imagens e saiba mais sobre os projetos

Os dados abaixo são da pesquisa “Os novos donos da internet: Classe C, de conectados” do Google em parceria com o Instituto Data Popular, de 2015:

• Comentam e compartilham fotos, vídeos e informações
• Trocam mensagens instantâneas
• Leem e escrevem e-mails
• Usam programas de conversa por voz ou vídeo
• Sobem e compartilham vídeos
• Criam blogs/páginas de internet.

 

 

EVA – Uma plataforma de armazenamento de dados dos projetos hospedada em Salesforce e desenhada em parceria com a SAP e a Youth Business International. Com o sistema, é possível centralizar todos os dados em um só ambiente digital, o que possibilita para a Aliança Empreendedora a capacidade de gerar relatórios e dashboards atualizados em tempo real automaticamente. Esse processo torna a análise de dados dos projetos mais rápida e eficiente, permitindo a tomada de decisões estratégicas – como mudanças operacionais e de metodologias sempre em tempo hábil, pensando no melhor para o desenvolvimento do microempreendedor.

Tamo Junto para apoiadores, que originou o Empreender 360.
 Em 2014, criamos um espaço online com acesso a todo material da Aliança Empreendedora atualizado, com cursos, fóruns e webinários de boas práticas de apoio ao microempreendedor. O conteúdo, voltado para as pessoas que trabalham nas organizações aliadas, apoiando microempreendedores nas comunidades, tinha o objetivo de dar o suporte necessário para que o trabalho nas comunidades fosse completo. E depois de entendermos como o nosso público-alvo usava a plataforma, criamos o novo portal Empreender 360, iniciativa em parceria com o Bank of America Merrill Lynch que tem como objetivo fortalecer o ecossistema de apoio ao microempreendedor brasileiro por meio de três eixos estratégicos: conhecimento, articulação e advocacy.

EVA – Uma plataforma de armazenamento de dados dos projetos hospedada em Salesforce e desenhada em parceria com a SAP e a Youth Business International. Com o sistema, é possível centralizar todos os dados em um só ambiente digital, o que possibilita para a Aliança Empreendedora a capacidade de gerar relatórios e dashboards atualizados em tempo real automaticamente. Esse processo torna a análise de dados dos projetos mais rápida e eficiente, permitindo a tomada de decisões estratégicas – como mudanças operacionais e de metodologias sempre em tempo hábil, pensando no melhor para o desenvolvimento do microempreendedor.

Tamo Junto para apoiadores, que originou o Empreender 360.
 Em 2014, criamos um espaço online com acesso a todo material da Aliança Empreendedora atualizado, com cursos, fóruns e webinários de boas práticas de apoio ao microempreendedor. O conteúdo, voltado para as pessoas que trabalham nas organizações aliadas, apoiando microempreendedores nas comunidades, tinha o objetivo de dar o suporte necessário para que o trabalho nas comunidades fosse completo. E depois de entendermos como o nosso público-alvo usava a plataforma, criamos o novo portal Empreender 360, iniciativa em parceria com o Bank of America Merrill Lynch que tem como objetivo fortalecer o ecossistema de apoio ao microempreendedor brasileiro por meio de três eixos estratégicos: conhecimento, articulação e advocacy.

Os anos de 2017 e 2018 foram também muito importantes para consolidar o nosso Mapeamento do Apoio ao Microempreendedor Brasileiro. Realizado por meio de uma parceria entre a Aliança Empreendedora e o Bank of America Merrill Lynch, este mapeamento tem o objetivo de identificar e evidenciar as organizações públicas, privadas e mistas que apoiam a criação e/ou o fortalecimento de microempreendimentos no país.
A partir das respostas coletadas criamos o Mapa do Ecossistema de Apoio ao Microempreendedor Brasileiro. Por meio deste, os microempreendedores, apoiadores e demais atores do ecossistema podem se reconhecer, conectar, colaborar e coordenar esforços para fortalecer o setor de microempreendedorismo no Brasil.

E o período de 2017 e 2018 nos surpreendeu com mais um desafio: a necessidade de levar a nossa metodologia no formato de videoaulas para o presencial. Mesmo com uma boa parcela do nosso público online e com acesso a smartphones e internet, há uma parte sem acesso, ou, ainda, que não utiliza o aparelho e a internet para aprender, mas sim para se comunicar e se relacionar nas redes sociais. E foi pensando nesse perfil de microempreendedores, e também na necessidade de escalar presencialmente com uma metodologia ágil, que desenvolvemos e lançamos o…

Uma metodologia prática e simples que reúne microempreendedores em grupos com um facilitador, e leva uma série de videoaulas para o desenvolvimento de suas habilidades empreendedoras.

• A competência que menos aumenta depois da capacitação é capacidade de correr riscos. Em geral, está ligado ao medo de investir em uma inovação no negócio ou alguma iniciativa.

• Mesmo melhorando o conhecimento relacionado à “gestão financeira”, o tópico “formação de preço” ainda é um conhecimento que os empreendedores possuem mais dificuldade.

• Dentro da rede de contatos dos empreendedores, o contato com parceiros, financiadores e fornecedores é o que menos cresce.

• A competência que menos aumenta depois da capacitação é capacidade de correr riscos. Em geral, está ligado ao medo de investir em uma inovação no negócio ou alguma iniciativa.

• Mesmo melhorando o conhecimento relacionado à “gestão financeira”, o tópico “formação de preço” ainda é um conhecimento que os empreendedores possuem mais dificuldade.

• Dentro da rede de contatos dos empreendedores, o contato com parceiros, financiadores e fornecedores é o que menos cresce.

O tema de gestão financeira é mais relevante para mulheres nas capacitações, pois mais mulheres relatam um aumento no domínio desse assunto do que homens.

 

QUANTO MENOR A CLASSE SOCIAL, MAIOR O APROVEITAMENTO NO DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA: VISÃO DE FUTURO.

Esse dado é interessante, pois, segundo a pesquisa: “Os negócios da quebrada” – Diário do Comércio (2015): quando falamos de microempreendedores, apesar da persistência, há a característica de partir rápido para o próximo negócio. O senso de urgência financeira fala mais alto que a “paixão” por um ramo de negócio. Por isso, é gratificante saber que nossa metodologia é eficaz no desenvolvimento da competência “Visão de Futuro”, que ajuda o empreendedor a se planejar e pensar o que quer nos próximos anos.

 

Os que apresentam melhor aproveitamento em conhecimentos são os analfabetos e os que possuem ensino fundamental incompleto.

O aproveitamento em “participação em redes e eventos” é o que apresenta maior déficit entre os pretos e pardos, seguido do segmento “proximidade de fornecedores”. Para entender esse dado, é importante entender o ecossistema: Segundo a reportagem do HuffPost Brasil: “BID: Negros são maioria no empreendedorismo, mas não colhem louros de serem o próprio patrão”, de maio de 2017: “Em 2017, 51% dos empreendedores brasileiros são negros, mas apenas 29%deles empregam ao menos uma pessoa. ‘Porém, os negros são maioria entre os empreendedores’, disse ao HuffPost Brasil Luana Marques, especialista em Desenvolvimento Social da Divisão de Gênero e Diversidade do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Segundo a especialista, os afro-brasileiros enfrentam não só barreiras cumulativas devido à História brasileira, mas ainda o racismo que persiste na própria sociedade”.

O aproveitamento em “participação em redes e eventos” é o que apresenta maior déficit entre os pretos e pardos, seguido do segmento “proximidade de fornecedores”. Para entender esse dado, é importante entender o ecossistema: Segundo a reportagem do HuffPost Brasil: “BID: Negros são maioria no empreendedorismo, mas não colhem louros de serem o próprio patrão”, de maio de 2017: “Em 2017, 51% dos empreendedores brasileiros são negros, mas apenas 29%deles empregam ao menos uma pessoa. ‘Porém, os negros são maioria entre os empreendedores’, disse ao HuffPost Brasil Luana Marques, especialista em Desenvolvimento Social da Divisão de Gênero e Diversidade do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Segundo a especialista, os afro-brasileiros enfrentam não só barreiras cumulativas devido à História brasileira, mas ainda o racismo que persiste na própria sociedade”.

O tema de gestão financeira é mais relevante para mulheres nas capacitações, pois mais mulheres relatam um aumento no domínio desse assunto do que homens.

Quanto menor a classe social, maior o aproveitamento no desenvolvimento da competência: Visão de Futuro.

Esse dado é interessante, pois, segundo a pesquisa: “Os negócios da quebrada” – Diário do Comércio (2015): quando falamos de microempreendedores, apesar da persistência, há a característica de partir rápido para o próximo negócio. O senso de urgência financeira fala mais alto que a “paixão” por um ramo de negócio. Por isso, é gratificante saber que nossa metodologia é eficaz no desenvolvimento da competência “Visão de Futuro”, que ajuda o empreendedor a se planejar e pensar o que quer nos próximos anos.

Os que apresentam melhor aproveitamento em conhecimentos são os analfabetos e os que possuem ensino fundamental incompleto.

 

Estimulamos os microempreendedores a criarem e ampliarem seus negócios a partir do que eles têm, desenvolvendo três pilares fundamentais:

1 – Quem eles são (identidade, sonhos e autoimagem);

2 – O que eles sabem (conhecimentos e experiências);

3 – Quem eles conhecem (rede de contatos).

A aplicação dessa teoria se dá tanto pela sua simplicidade, como pela sua eficácia com microempreendedores de baixa renda, que em geral “começam com o que se tem” para criar oportunidades. Todas as metodologias possuem uma linguagem simples, que conversam com o microempreendedor independente de sua escolaridade.

1. Em cada projeto, buscamos microempreendedores que já possuam um pequeno negócio ou alguém que quer iniciar um pequeno negócio.

 

2. Os microempreendedores se inscrevem na capacitação, seja presencial ou online.

Hudson é carioca, da região da periferia de Padre Miguel, cresceu na comunidade e começou a perceber o mundo além daquele território quando começou a trabalhar com arte. Antes de abrir o negócio, Hudson fez Pedagogia na UFRJ, trabalhou em uma série de espaços de arte, já vendeu trufas e chocolate para gerar renda, e hoje, empreende o MOVANOS – Movimento Nosso junto com o sócio Luther Souza. O empreendimento une teatro, dança, espetáculos e reforço escolar criativo. E foi durante o período em que recebeu o apoio do projeto Pense Grande é que o negócio deu um salto. Com todas as capacitações do projeto, o negócio se profissionalizou como uma empresa social e agora anda com as próprias pernas.

Alicia é imigrante, dona de uma oficina de costura em São Paulo-SP. E antes de receber o apoio do Tecendo Sonhos, achava que o modo como gerenciava a sua oficina estava certo, porém, com o curso, viu que estava com uma série de coisas erradas, e teve a oportunidade de aprender, se regularizar, ajustar a sua formalização e administração do negócio. Hoje ela tem toda a movimentação financeira do negócio na ponta do lápis. Anota tudo o que ganha, o que gasta, as contas que paga, e com isso, consegue ter informações reais do negócio, para tomar decisões mais estratégicas. Depois da capacitação, Alicia também recebeu mentoria de um contador, e participou do programa de aceleração de Oficinas do Instituto Alinha.

Jhones decidiu abrir a pastelaria “Rei dos Pastéis”, enquanto ainda trabalhava como empregado em uma oficina mecânica. Para poder começar, Jhones fazia jornada dupla: de dia na oficina e à noite na pastelaria. Depois de um tempo, percebeu que precisava focar no negócio e pediu demissão do emprego.
Só com a pastelaria, Jhones ainda via dificuldades para crescer e se sentia estagnado. Foi nesse momento em que participou da capacitação de uma semana do projeto, e também teve acesso ao microcrédito com o Prospera Santander Microcrédito. A capacitação e o microcrédito foram a chave para que Jhones percebesse que era necessário melhorar a precificação do negócio, e inovar investindo em novos sabores, e foi aí que o negócio começou a crescer como ele sonhava.

Nessa unidade nós realizamos o planejamento, execução e avaliação de projetos de apoio a microempreendedores de comunidades de baixa renda, com o objetivo de desenvolver competências empreendedoras e de gestão de negócios, e também ampliar o acesso a conhecimento, redes, mercados e crédito. Construímos os projetos de forma conjunta e colaborativa com os parceiros, focando sempre no impacto direto na vida do microempreendedor.

Hudson é carioca, da região da periferia de Padre Miguel, cresceu na comunidade e começou a perceber o mundo além daquele território quando começou a trabalhar com arte. Antes de abrir o negócio, Hudson fez Pedagogia na UFRJ, trabalhou em uma série de espaços de arte, já vendeu trufas e chocolate para gerar renda, e hoje, empreende o MOVANOS – Movimento Nosso junto com o sócio Luther Souza. O empreendimento une teatro, dança, espetáculos e reforço escolar criativo. E foi durante o período em que recebeu o apoio do projeto Pense Grande é que o negócio deu um salto. Com todas as capacitações do projeto, o negócio se profissionalizou como uma empresa social e agora anda com as próprias pernas.

Alicia é imigrante, dona de uma oficina de costura em São Paulo-SP. E antes de receber o apoio do Tecendo Sonhos, achava que o modo como gerenciava a sua oficina estava certo, porém, com o curso, viu que estava com uma série de coisas erradas, e teve a oportunidade de aprender, se regularizar, ajustar a sua formalização e administração do negócio. Hoje ela tem toda a movimentação financeira do negócio na ponta do lápis. Anota tudo o que ganha, o que gasta, as contas que paga, e com isso, consegue ter informações reais do negócio, para tomar decisões mais estratégicas. Depois da capacitação, Alicia também recebeu mentoria de um contador, e participou do programa de aceleração de Oficinas do Instituto Alinha.

Jhones decidiu abrir a pastelaria “Rei dos Pastéis”, enquanto ainda trabalhava como empregado em uma oficina mecânica. Para poder começar, Jhones fazia jornada dupla: de dia na oficina e à noite na pastelaria. Depois de um tempo, percebeu que precisava focar no negócio e pediu demissão do emprego.
Só com a pastelaria, Jhones ainda via dificuldades para crescer e se sentia estagnado. Foi nesse momento em que participou da capacitação de uma semana do projeto, e também teve acesso ao microcrédito com o Prospera Santander Microcrédito. A capacitação e o microcrédito foram a chave para que Jhones percebesse que era necessário melhorar a precificação do negócio, e inovar investindo em novos sabores, e foi aí que o negócio começou a crescer como ele sonhava.

Aos 15 anos, Bruna começou a criar bolsas e mochilas com tecidos reutilizados de calças e camisas comprados em brechó, que ela mesmo desmontava e costurava peças personalizadas. Hoje, aos 25, empreende a Telúrica: seu próprio negócio de bolsas, mochilas e roupas feitas artesanalmente com produtos que não possuam origem animal. Para transformar a ideia em negócio, Bruna teve um empurrãozinho do nosso projeto: Escola Brilhante, através do Desafio Hora de Brilhar, que busca encontrar, valorizar e premiar histórias de mulheres empreendedoras de todo país. Bruna foi a vencedora do Hora de Brilhar o ano de 2017 na categoria Ideia de Negócio. Hoje a Telúrica está a todo vapor, e é a única fonte de renda de Bruna.

Depois de trabalhar anos em uma transportadora, a vida de Michelle mudou quando ela engravidou. Dedicada à maternidade, ficou três anos trabalhando em casa e cuidando de seu bebê, porém ela sentia falta do trabalho fora. Foi aí que uma amiga artesã a convidou para uma feira, e ela se interessou por saboaria artesanal. Então ela iniciou o negócio Alquimia Saboaria Artesanal que agora já tem dois anos, faz feiras e possui vários parceiros. Michelle fez dois cursos online no Tamo Junto: “Empreender Modo On” e “Porque você e todo mundo pode empreender”, e conta que usa todas as ferramentas que aprendeu em seu dia a dia, inclusive, a cada vez que vai lançar uma nova linha de produtos desenha o Canvas – Modelo de negócio para o planejamento estratégico da linha.

Maria veio de Jericoacoara, no Ceará, para São Paulo – SP aos 14 anos. Trabalhou desde cedo na panificação e em um restaurante árabe. Apesar de adorar o trabalho, sempre pensou em ter seu próprio negócio. Seu mercadinho, que começou com prateleiras recicladas de tábuas de um guarda-roupa que encontrou na rua, vende de tudo um pouco e foi crescendo junto com seus sonhos. Conseguiu mudar de ponto, e, hoje, se orgulha de ser a referência na região, com o seu minimercado Glória.

Maria sempre foi muito curiosa, quando soube das capacitações da Academia Assaí Bons Negócios, na unidade de Jacu Pêssego, na Grande São Paulo, logo se inscreveu. O curso presencial foi tão legal que ela quis fazer o online para poder se inscrever no Prêmio e, mesmo tendo dificuldade no manuseio de computadores, foi atrás, e fez até curso de informática no SENAC para conseguir assistir às aulas. Fez todas as aulas, tirou certificado, foi finalista e premiada na categoria: Ponto Fixo.

Os projetos dessa unidade de negócio têm como objetivo comunicar para empoderar pessoas a se verem como empreendedoras, capazes de transformar sua própria vida, buscando conhecimento e apoio para iniciar ou desenvolver um negócio. Disseminamos a mensagem de que todos podem empreender, e que empreender é um conjunto de habilidades que podem ser aprendidas. Desenvolvemos prêmios nacionais e regionais que inspiram microempreendedores a contar suas histórias, contribuindo para seu empoderamento e disseminando exemplos de sucesso com os quais os microempreendedores brasileiros se identificam.

Aos 15 anos, Bruna começou a criar bolsas e mochilas com tecidos reutilizados de calças e camisas comprados em brechó, que ela mesmo desmontava e costurava peças personalizadas. Hoje, aos 25, empreende a Telúrica: seu próprio negócio de bolsas, mochilas e roupas feitas artesanalmente com produtos que não possuam origem animal. Para transformar a ideia em negócio, Bruna teve um empurrãozinho do nosso projeto: Escola Brilhante, através do Desafio Hora de Brilhar, que busca encontrar, valorizar e premiar histórias de mulheres empreendedoras de todo país. Bruna foi a vencedora do Hora de Brilhar o ano de 2017 na categoria Ideia de Negócio. Hoje a Telúrica está a todo vapor, e é a única fonte de renda de Bruna.

Depois de trabalhar anos em uma transportadora, a vida de Michelle mudou quando ela engravidou. Dedicada à maternidade, ficou três anos trabalhando em casa e cuidando de seu bebê, porém ela sentia falta do trabalho fora. Foi aí que uma amiga artesã a convidou para uma feira, e ela se interessou por saboaria artesanal. Então ela iniciou o negócio Alquimia Saboaria Artesanal que agora já tem dois anos, faz feiras e possui vários parceiros. Michelle fez dois cursos online no Tamo Junto: “Empreender Modo On” e “Porque você e todo mundo pode empreender”, e conta que usa todas as ferramentas que aprendeu em seu dia a dia, inclusive, a cada vez que vai lançar uma nova linha de produtos desenha o Canvas – Modelo de negócio para o planejamento estratégico da linha.

Maria veio de Jericoacoara, no Ceará, para São Paulo – SP aos 14 anos. Trabalhou desde cedo na panificação e em um restaurante árabe. Apesar de adorar o trabalho, sempre pensou em ter seu próprio negócio. Seu mercadinho, que começou com prateleiras recicladas de tábuas de um guarda-roupa que encontrou na rua, vende de tudo um pouco e foi crescendo junto com seus sonhos. Conseguiu mudar de ponto, e, hoje, se orgulha de ser a referência na região, com o seu minimercado Glória.

Maria sempre foi muito curiosa, quando soube das capacitações da Academia Assaí Bons Negócios, na unidade de Jacu Pêssego, na Grande São Paulo, logo se inscreveu. O curso presencial foi tão legal que ela quis fazer o online para poder se inscrever no Prêmio e, mesmo tendo dificuldade no manuseio de computadores, foi atrás, e fez até curso de informática no SENAC para conseguir assistir às aulas. Fez todas as aulas, tirou certificado, foi finalista e premiada na categoria: Ponto Fixo.

Depois de 15 anos trabalhando para a mesma empresa, Edilene teve um problema de saúde no braço e nas costas, foi mandada embora e precisou fazer uma cirurgia. Nessa época, com depressão, conheceu o Projeto Kiteiras, e já começou a pensar em maneiras de entregar os produtos sem precisar carregar peso. Depois de tentar trabalhar com uma bicicleta, Edilene achou na moto a companheira que precisava para as vendas. Hoje ela sustenta a casa com a venda dos kits de produtos Danone, também já realizou alguns sonhos: a reforma da casa, a compra do celular, e também a compra de móveis e eletrodomésticos para a casa da filha.

Nessa unidade, realizamos a consultoria e execução de modelos de negócios inclusivos que transformam cadeias de valor tradicionais em cadeias mais justas e lucrativas através da inclusão de microempreendedores de baixa renda. Com esse enfoque, trabalhamos com grandes empresas para criar modelos e oportunidades de negócios que gerem tanto lucro como impacto social junto à microempreendedores de baixa renda, atuando desde a pesquisa e a identificação de oportunidades até o desenho, o planejamento, a implantação e a avaliação de modelos de negócios inclusivos.

Depois de 15 anos trabalhando para a mesma empresa, Edilene teve um problema de saúde no braço e nas costas, foi mandada embora e precisou fazer uma cirurgia. Nessa época, com depressão, conheceu o Projeto Kiteiras, e já começou a pensar em maneiras de entregar os produtos sem precisar carregar peso. Depois de tentar trabalhar com uma bicicleta, Edilene achou na moto a companheira que precisava para as vendas. Hoje ela sustenta a casa com a venda dos kits de produtos Danone, também já realizou alguns sonhos: a reforma da casa, a compra do celular, e também a compra de móveis e eletrodomésticos para a casa da filha.

Nosso muito obrigado a todos os nossos parceiros, patrocinadores e clientes, que trabalham conosco para fazer da economia um lugar bom para todos e nos apoiam, diariamente, para que seja possível levar desenvolvimento e inclusão social aos microempreendedores brasileiros:

Nosso muito obrigado a todos os nossos parceiros, patrocinadores e clientes, que trabalham conosco para fazer da economia um lugar bom para todos e nos apoiam, diariamente, para que seja possível levar desenvolvimento e inclusão social aos microempreendedores brasileiros:

PARA SABER MAIS SOBRE
A ALIANÇA EMPREENDEDORA,
CLIQUE AQUI.

contato@aliancaempreendedora.org.br

+ 55 41 3013-2409 | +55 11 3104-7672

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