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Grupos produtivos apoiados pela Aliança e Santander trabalham esse ano rumo à independência

Grupos produtivos apoiados pela Aliança e Santander trabalham esse ano rumo à independência

Representantes da Aliança Empreendedora e Santander com as empreendedoras do Salão Social, negócio apoiado pela organização aliada Cáritas Brasileira na regional do Piauí.

Representantes da Aliança Empreendedora e Santander com as empreendedoras do Salão Social, negócio apoiado pela organização aliada Cáritas Brasileira na regional do Piauí

Em março de 2013 aconteceram as primeiras visitas de acompanhamento dos projetos do 2º Edital Parceiras em Ação, parceria entre Aliança Empreendedora e Santander. Esses projetos foram renovados, iniciaram suas atividades no início de 2012 e estão dando continuidade com novas atividades e objetivos a partir de janeiro de 2013. Eles são realizados em parceria com organizações sociais locais em 4 estados brasileiros (Fundação APAEB – BA, Fundação Brasil Cidadão – CE, Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú – PE e Cáritas Brasileira Regional do Piauí- PI) e apoiam grupos produtivos, com foco em mulheres.

Esses grupos de mulheres já passaram por diversas capacitações e formaram seus Planos de Negócios com o auxílio da metodologia Escalada Empreendedora, desenvolvida pela Aliança Empreendedora. Este ano os projetos tem o intuito de trabalhar com as demandas dos grupos para que, ao final do projeto, eles estejam prontos para seguir seus empreendimentos com as próprias pernas.

As visitas de acompanhamento contam com a participação de responsáveis pelo projeto tanto da Aliança Empreendedora como do Santander, e tem o intuito de dar orientações as Organizações Aliadas para a continuidade dos projetos e também acompanhar o andamento dos empreendimentos apoiados. Durante as visitas são feitas reuniões com a Organização e conversas com os empreendedores.

Marina Egg Batista, coordenadora do projeto na Aliança Empreendedora, conta que as visitas foram cheias de surpresas no andamento dos empreendimentos, sendo possível perceber o impacto que o projeto vem proporcionando no desenvolvimento dos grupos produtivos e das pessoas que os empreendem. Maria da Paz, do grupo Arte Sabores afirmou: “Antes a gente não tinha ideia do quanto estava vendendo, fazíamos tudo “na doida”. Hoje aprendemos como cuidar de um negócio”. Foram levantados também os sonhos de cada pessoa para os empreendimentos, dessa forma, é possível que haja o acompanhamento do projeto em busca dos sonhos de cada um para o grupo produtivo. “Iremos acompanhar e auxiliar na busca por esse sonho, sem dúvidas de que essas mulheres irão fazer o necessário para chegar lá”, conta Marina Egg Batista.

 

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