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Aliança Empreendedora passa a integrar a Rede Brasileira do Pacto Global

Aliança Empreendedora passa a integrar a Rede Brasileira do Pacto Global

O Pacto Global é uma iniciativa das Nações Unidas que busca promover a responsabilidade corporativa com os direitos humanos

Neste ano de 2015 a Aliança Empreendedora passou a integrar o quadro de organizações que integram a Rede Brasileira do Pacto Global, composta por mais de 650 signatários no Brasil que atuam em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

A Aliança aderiu ao Pacto Global com o objetivo de contribuir na implantação de melhores práticas de gestão, assim como também influenciar e apoiar este processo em outras organizações que compõe a rede.

Lina Maria Useche, diretora executiva e co-fundadora da Aliança Empreendedora, ressalta que a participação na Rede possibilita um acesso a conhecimentos e melhores práticas corporativas aos princípios de desenvolvimento humano do Pacto Global. “É uma oportunidade de se conectar, aprender e contribuir com sua experiência no apoio a empresas, organizações e governos nas áreas de fomento ao empreendedorismo e negócios inclusivos”, fala a diretora.

Pacto Global das Nações Unidas

Presente em 145 países com mais de 12 mil participantes, o Pacto Global das Nações Unidas é a maior iniciativa voluntária do mundo para a responsabilidade corporativa. Com sede em Nova York, nos Estados Unidos, seu principal objetivo é mobilizar a comunidade empresarial para a adoção, em suas práticas de negócios, de Dez Princípios universalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.

As organizações que integram o Pacto Global devem apoiar e respeitar a proteção de direitos humanos reconhecidos internacionalmente, além de assegurar-se de não participar de violações destes direitos.

Saiba quais são os Dez Princípios:

– Apoiar e respeitar a proteção de direitos humanos reconhecidos internacionalmente;
– Assegurar-se de sua não participação em violações destes direitos;
– As empresas devem apoiar a liberdade de associação e o reconhecimento efetivo do direito à negociação coletiva;
– A eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou compulsório;
– A abolição efetiva do trabalho infantil;
– Eliminar a discriminação no emprego;
– As empresas devem apoiar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais;
– Desenvolver iniciativas para promover maior responsabilidade ambiental;
– Incentivar o desenvolvimento e difusão de tecnologias ambientalmente amigáveis;
– As empresas devem combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e propina.

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